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Posted Agosto 14, 2008 by funfminuten
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some days, things do exactly against the plan.

some days, I just wonder why they can’t be like some other days.

Only

Posted Agosto 1, 2008 by funfminuten
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A capacidade de antecipação é uma qualidade possuída por poucos animais, e especialmente desenvolvida no ser humano. Pode-se dizer que essa habilidade super-desenvolvida é em parte responsável pelo sucesso da raça humana.

Mas também pode ser responsável por enormes decepções. A expectativa, mais precisamente, pode ser literalmente um fardo. Desde ansiedade, até fazer um filme que foi ótimo mas, por causa de expectativas elevadíssimas, parecer ‘xoxo’ em comparação.

A ansiedade por si só já é um enorme problema. Eu tenho gastrite, e aquela ‘ansiedade pré-acontecimento’ simplesmente ME MATA. Chega na hora da coisa em si, e eu to passando mal, dor de estômago, um horror. Não consigo parar quieta, também, começo a ficar estranha do nada… É trash.

Ficar imaginando, também, como a coisa vai ser, chega a me tirar o sono. Literalmente. Eu sou a rainha das insônias induzidas por excesso de pensamento. Não consigo desligar, e fico lá, a noite toda, pensando, pensando, pensando. E nesse pensar, pensar,pensar, é que acontece o outro grande problema. Eu começo a idealizar a coisa, talvez, ou talvez nem isso, só pensar MTO sobre como ela vai ser, e ai, fudeu. Mesmo que, em qualidade, o imaginado e o efetivo estejam no mesmo nível, sempre vai rolar um ‘ah, mas isso, isso ou aquilo não aconteceu’ ou algo assim.

Mas, every once in a bluemoon, acontece algo que faz tudo isso valer a pena. É quando alguém supera as suas expectativas tanto, mas tanto, que você simplesmente… não acha o que botar defeito, digamos assim. E quando isso ocorre, não só é algo que compensa toda a ansiedade e decepção, mas algo, realmente, apaixonante.

Pega da minha doença mental.. :P

Posted Julho 27, 2008 by funfminuten
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Disorder Rating
Paranoid: Very High
Schizoid: High
Schizotypal: High
Antisocial: High
Borderline: Moderate
Histrionic: High
Narcissistic: Very High
Avoidant: Very High
Dependent: High
Obsessive-Compulsive: High

Personality Disorder Test
Personality Disorder Information

Aviso aos que importam

Posted Julho 24, 2008 by funfminuten
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Ando estranha/confusa/anti social/sem assunto.

Se eu te ‘esnobar’ no msn/não quiser sair/não ligar/não ir atrás… sou eu [só pra ter o clichê em algum lugar].

Obg.

Fucking fuck.

Posted Julho 17, 2008 by funfminuten
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Malditas razões pra acreditar no inconsciente [pelo menos minimamente] coletivo…

hm..

Posted Julho 15, 2008 by funfminuten
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Férias, finalmente, e sem pendências. E fica nisso por enquanto.

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Enquanto isso, I shall entertain you with song:

lied

Posted Julho 12, 2008 by funfminuten
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When I was young, it seemed that life was so wonderful,
a miracle, oh it was beautiful, magical.
And all the birds in the trees, well they’d be singing so happily,
joyfully, playfully watching me.
But then they send me away to teach me how to be sensible,
logical, responsible, practical.
And they showed me a world where I could be so dependable,
clinical, intellectual, cynical.

There are times when all the world’s asleep,
the questions run too deep
for such a simple man.
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
but please tell me who I am.

Now watch what you say or they’ll be calling you a radical,
liberal, fanatical, criminal.
Won’t you sign up your name, we’d like to feel you’re
acceptable, respecable, presentable, a vegtable!

At night, when all the world’s asleep,
the questions run so deep
for such a simple man.
Won’t you please, please tell me what we’ve learned
I know it sounds absurd
but please tell me who I am.

Posted Julho 12, 2008 by funfminuten
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Good day, maybe a [suppressed content] day, but a good day,

=]

filosofia de blog.

Posted Julho 11, 2008 by funfminuten
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Quase [retiro aqui irônias e similares] toda pergunta é uma admição de ignorância.

Entretanto, se toda admição de ignorância fosse uma pergunta, o mundo seria muito menos ignorante.

Considerações sobre o toque.

Posted Julho 7, 2008 by funfminuten
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Queria falar sobre o toque [do tipo com quê, u, e ê, não o com cê].

Mas, primeiramente, vou falar sobre a timidez. Eu sou timida, sabia? Os que vão responder pra mim, provavelmente vão dizer sim, pois são as pessoas que me conhecem de fato. As outras, provavlemente vão ficar minimamente surpresas com isso.

Sim, eu sou timida. Do tipo, bastante, assim. E 99% das pessoas que me conheceram [superficialmente] nem suspeitam disso. Alias, provavelmente ririam se alguém dissese isso.

Isso era uma coisa que me confundia, antes, mas agora acho até bom. É uma espécie de teste que eu tenho: só quem me conhece mesmo, e se deu trabalho pra isso, sabe que eu sou assim, então, por eliminação, os que não sabem, é que não me conhecem. Já me decepcionei um pouco por causa disso – sabe quando você acha que a pessoa te entendeu, e…. não? Mas é bom, no fim. Um testezinho que parece uma pergunta boba pra quem ouve, mas no fundo mostra muito. É bom.

Mas enfim, é, tímida. Eu consigo agir como se nao fosse, em determinadas situações -e enganar bem, até, mas duro só por tanto tempo, e em determinadas situações e ai, se foi fachada de pessoa bem engajada. E também tem outras stiruações que realmente… não dá. Sou péssima com interações um-a-um com gente que conheço, mas não muito bem – mais do que gente que desconheço – pode ser uma coisa de sorriso no corredor, perdi pra passar um folha, é deprimente. Para falar com grupinhos – mesmo que pequenos, com gente que conheço – é um horror, gagejo,  simplesmente não sai coisa com coisa. Não consigo olhar ninguém no olho, nem amigo, sem ficar vermelha. Até pra comprar coisa na lanchonete tenho coisa, olha só.
Explicando assim, talvez não pareça, pois como um amigo gosta de dizer, palavras são defeituosas, mas enfim. Acreditem, okay?

Agora o que eu inicialmente queria falar.
Toque.

O que tem a ver, podem se perguntar. Bem, o negócio é o seguinte: minha timidez inclui – ou talvez isso seja uma parte da minha timidez – ou melhor um certo problema com o toque. Sabe aquelas criancinhas histéricas berrando no shopping pq os pais tentaram dar um abraço? Então.

Claro que não era uma coisa constante, senão foderia toda a teoria do apego [não que eu seja um ser humano particularmente bem ajustado] mas era rarissimo eu deixar as pessoas simplesmente enconstar em mim. Eu que tinha que iniciar contato [abraçar vs ser abraçado] e rarissimas pessoas podiam, mesmo assim, e era por muito pouco tempo. Sei lá, me angustiava, eu simplesmente me sentia mal com gente mexendo em mim.

E isso durou bastante tempo. Até lá pela sexta série, quando eu tive uma amiga loca que ficava me abraçando contra a minha vontade, até eu meio que me acostumar com isso. Mas ainda sim, era muito especifico, incluia mais pessoas, e, novamente, eu que tinha que iniciar.
Mas foi ‘melhorando’. Um dia comeceia namorar, lá pelas tantas, e com ele era sussa, não me incomodava o toque [obviamente, senão seria um namoro complicado], o que expandiu os meus horizontes. Fui conhecendo pessoas novas, cada uma com uma classificação. Algumas podiam, outras não, algumas só as vzes, e não tinha muito a ver com quanto eu gostava delas, esse é o pior.

Enfim. Fui namorando mais, conhecendo mais gente, me acostumando, e foi melhorando. Mas era sempre uma coisa meio assim. E talvez por causa disso – muito provavelmente por causa disso – eu nunca dei muita importancia pro toque como forma de comunicação. Alias, eu desconsiderava completamente todo o físico de uma conversa/interação. Sabe aquelas pessoas que acham que não falta nada numa conversa por msn? Então. Eu era uma pessoa que cria piamente na palavra.

Ai esse ano rolou uma revolução. Não sei se foi o tipo de pessoa que eu conheci, se elas tem uma certa característica em comum [ o que faria sentido, dado o curso o qual elas fazem] mas eu comecei aperceber como o toque, de fato, sginifica.

Primeiro que comecei a, eu mesma, dar muito mais significado ás minhas ações fisicas, sendo que antes eu era meio paradona e com linguagem corporal [ainda mais] estranha. Segundo que comecei a entender muito melhor a das outras. E nesse processo, fiquei muito mais confortavel com o toque alheio também. Acho que talvez tenha algo a ver com aquela coisa toda de “você teme o que não conhece”, será?
Claro que nada é perfeito. Se meu humor está qqr coisa menos do que bom, eu reverto á minha aversão intermediaria. Se muito estressada, pareço criança denovo, me dá vontade de berrar quando enconstam em mim [e precisamente uma pessoa me viu desse jeito e não foi bonito].

Mas estou melhor. E me maravilho com que um simples toque de nariz-bochecha pode querer dizer.